quinta-feira, 4 de março de 2010
coisa mais boba e ultrapassada, e não fujo disso. abandono aqui Narciso por um sonoro puta-que-o-pariu.
queer.
é tão patético, e tão inevitável. puta que o pariu. bom dia, impotência.
bom dia, masoquismo.
coisa mais boba e ultrapassada, e não fujo disso. abandono aqui Narciso por um sonoro puta-que-o-pariu.
queer.
é tão patético, e tão inevitável. puta que o pariu. bom dia, impotência.
bom dia, masoquismo.
Postado por carol às 23:38 2 comentários
Postado por carol às 18:40 7 comentários
Postado por carol às 18:51 5 comentários
sem demoras: 2009, labirinto de espelhos. O entrelaçado mágico e sádico, a enchorrada da revolta e as três migalhas de respostas...
... e, é por elas que os dentes quebrados, o conflito armado,
os olhos maliciosos, o pulmão já fraco, o coração obturado,
os lábios ressecados,
valeram cada minuto e,
em 2010,
darão um samba bem bonito.
Postado por carol às 22:01 0 comentários
e você se foi, lapso de lucidez. e nós fomos, apesar de ainda sermos.
porque quando se torna nítido que você sou eu,
e eu me encho de você,
talvez, se fôssemos,
o mundo se acab...
mas,
entretanto,
um minuto. um minuto dentro de sua retina é o bastante para afundar-me de novo, mar negro de caos
... e então somos nós novamente, no entrelaçado surrealista e masoquista de quatro pernas que, de perto,
são oito.
oito pernas que sustentariam um sonho de vento,
guardado cuidadosamente no clímax de um romance
que, vidro que é,
um toque e...
e você se foi, lapso de lucidez.
Postado por carol às 19:10 4 comentários
Postado por carol às 20:54 0 comentários
mas, repare - disse o beija-flor - é tudo desconexo quando se vê bem de perto. um infinito de des-arranjos,
des-pedidas, des-medidas
des-tino... não faz - nem é - sentido.
Postado por carol às 21:00 0 comentários